Características necessárias

Com relação à bagagem cientifica necessária, além da matemática e da física, que são básicas, um cientista atmosférico ou da Terra precisa de bons fundamentos de química, principalmente em mineralogia e petrologia.

Imaginação, criatividade e vontade de encarar desafios são características desejáveis. Estes profissionais precisam ter espírito observador e crítico na coleta de dados de campo e gostar de atividades de laboratório, sendo criteriosos e meticulosos no tratamento dos dados coletados. Têm que gostar de estudar.

Uma questão evidente: gostar de viajar, para visitar diversos tipos de terreno e comparar as formações de cada local, para confirmar semelhanças ou apurar distinções. Foi por este motivo que os primeiros congressos científicos que ocorreram, no final do século 19, foram os congressos internacionais de geologia, que tinham como objetivo levar profissionais de outros lugares do mundo para conhecer o terreno do país onde estava sendo realizado o evento. E os geólogos iam aos congressos justamente para ver ao vivo aquilo que até então só tinham estudado em livros.

Ter curiosidade e gostar do contato direto com a natureza são requisitos significativos. É importante gostar do trabalho de campo. Nem todos os profissionais da área precisam deste recurso, mas para a maioria é fundamental. É famosa a frase usada na geologia, “vá e veja”. Estes cientistas devem ter gosto pela aventura.

Para que essa atividade seja proveitosa, é preciso que cada indivíduo seja realmente parte do grupo, tenha habilidade para trabalhar em equipe. Muitas vezes o trabalho de campo exige acampamentos em regiões inóspitas, sem recursos básicos de conforto, ou embarcados em plataformas. Para enfrentar esses períodos é necessário ter uma equipe muito bem entrosada. E o diretor da expedição tem que ter capacidade de liderança, porque o comportamento humano torna-se mais instável em situações adversas.

A liderança também é importante no laboratório, porque ninguém faz um mapa, por exemplo, sozinho – é algo construído a várias mãos. É preciso haver confiança mútua entre os membros da equipe que garanta a veracidade das informações. E uma equipe de laboratório envolve outros especialistas, como profissionais de informática, de fotografia, de ótica, de desenho, curadores de coleção, preparadores de lâminas.

O espírito de solidariedade é fundamental, porque quase tudo hoje em dia é produzido em equipe. Excesso de competitividade atrapalha o progresso científico. A honestidade e, consequentemente, a ética, são características muito importantes para a consolidação de um trabalho de qualidade nas ciências atmosféricas e da Terra e, na realidade, em todas as ciências. As observações no trabalho de campo são individuais: se o cientista inventar, todo o trabalho fica comprometido.

A importância científica de todo esse trabalho é traduzida em acervos e publicações. Um mapa geológico, por exemplo, é uma publicação importante porque resume às vezes em uma página todo o conhecimento que se tem sobre a geologia de um determinado local naquele momento. Esse conhecimento possibilita ao país gerenciar seu subsolo, onde estão as suas riquezas minerais.

Áreas de atuação

O mercado abrange grandes empresas como a Vale e a Petrobras. O profissional pode atuar em órgãos públicos como secretarias de Minas e Energia e em diversos outros como Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Agência Nacional de Águas (ANA). Empresas de tecnologia mineral, geotecnia (para construção de estradas e represas, por exemplo), consultoria – seja ambiental ou de prospecção mineral – institutos de pesquisa e prefeituras (em projetos de prevenção e recuperação de áreas de risco, meio ambiente, planejamento urbano e obras) também precisam desses profissionais. Há um bom leque de possibilidades na área acadêmica, como professores e pesquisadores de universidades e centros de pesquisa.

Uma alternativa bastante interessante para todos esses profissionais é atuar na Amazônia. O conhecimento profundo da floresta e dos recursos naturais da Amazônia, sejam eles florestais, minerais ou energéticos, permitirá criar uma alternativa econômica capaz de conter o desmatamento e dar sustentabilidade à região. Este enorme desafio se defronta, porém, com a carência de recursos humanos para atuar em pesquisa e pós-graduação nesse setor.

 

Geofísica

A geofísica é o estudo da Terra realizado através das medidas de suas propriedades físicas. Ela estuda as partes mais profundas do planeta, aquelas que não podemos ver através da observação direta. Grande parte do conhecimento adquirido sobre o interior da Terra, além dos limites alcançados por poços, vem de observações geofísicas de vulcões, terremotos e maremotos. Por exemplo, a existência e as propriedades da crosta, manto e núcleo da Terra foram inicialmente determinadas através de observações de ondas sísmicas geradas por terremotos, como também através de medidas de atração gravitacional, magnetismo e das propriedades térmicas das rochas.

Nem sempre é fácil estabelecer uma fronteira entre geologia e geofísica. A distinção entre estas duas linhas de ciências da Terra é muito sutil. A diferença fica, primariamente, no tipo de dado que se manipula.

O geofísico é um profissional multidisciplinar que, além de auxiliar em estudos geológicos (mineração, petróleo e hidrogeologia), pode atuar também em áreas como engenharia civil, meio ambiente, arqueologia, telecomunicações. Seu trabalho requer um conhecimento de física e de matemática muito grande. Utiliza medidores de gravidade e sensores remotos conectados aos satélites do Sistema de Posicionamento Global (GPS), opera magnetômetros para medir as variações do campo magnético terrestre, que afetam transmissões de rádio e televisão e sistemas de navegação utilizados por navios, submarinos, aviões e espaçonaves.

Este profissional localiza e calcula o valor econômico de jazidas minerais, bacias petrolíferas e depósitos de gás natural, interpretando mapas de intensidade magnética e fotografias aéreas registradas em aviões, helicópteros e satélites. Registra, mede e interpreta a presença de materiais radioativos associados a minérios; produz explosões artificiais em poços profundos, gerando ondas sonoras que são refletidas em altas profundidades e registradas na superfície para traçar o perfil geológico da área pesquisada.

 

Geologia

A geologia envolve o estudo da Terra através de observações diretas de rochas que estão expostas na superfície ou de amostras retiradas de poços perfurados e a consequente dedução de sua estrutura, composição e história geológica pela análise de tais observações. Esses estudos são úteis, por exemplo, para detectar concentrações de minerais e outras substâncias úteis ao homem. Procura entender o meio físico terrestre e cada vez mais o extraterrestre, devido aos materiais e dados coletados e analisados em viagens espaciais, tripuladas ou não.

O trabalho do geólogo tem grande impacto social e ambiental, já que suas pesquisas podem fornecer indicações sobre a formação e evolução do planeta e definir formas mais racionais de aproveitamento dos recursos naturais. É diretamente ligado à preservação do meio ambiente e à prevenção de acidentes naturais, ligados ou não às atividades humanas. Suas atividades se dão em laboratório e no campo. Como seu objeto de estudo é a terra, ele tem que ir aos locais para observar e coletar rochas, minerais, sedimentos e fósseis, medir direções e anotar dados estratigráficos, o registro das fraturas e falhas que as rochas apresentam. O trabalho de campo também é fundamental para que o geólogo possa interpretar resultados de atividades, como erosão provocada por inundações de rios, a ação do mar na costa, resultados de atividades vulcânicas, terremotos e então mapeá-las.

Neste mapa geológico – produto principal do trabalho do geólogo – ele coloca no papel o que observou no terreno, mas com uma interpretação geológica, de acordo com a idade em que esses terrenos se formaram, pois é essa relação cronológica que vai permitir ao geólogo entender a história da região mapeada. Seu trabalho é facilitado atualmente por fotografias aéreas, feitas com imagens de satélites, e técnicas como o sensoriamento remoto, sistemas de informações georreferenciadas ou mapeamento 3D do subsolo e outras.

Os geólogos que estudam rochas que são os petrógrafos; os que trabalham em laboratório estudando os sedimentos são os sedimentólogos. Os sismólogos estudam os terremotos, suas causas e efeitos, e utilizam as ondas emitidas por eles para examinar a estrutura da Terra. Os geólogos econômicos e metalogenistas costumam trabalhar em companhias mineradoras, onde localizam e avaliam depósitos minerais e fazem análise da viabilidade econômica e técnica da jazida. Sabendo como um depósito de minério se formou, o profissional pode localizar outros depósitos em locais com características semelhantes.

O geólogo atua na pesquisa de minério e de petróleo, na construção de hidrelétricas e no mapeamento geológico de áreas pouco habitadas, como a Amazônia e também é indispensável nos centros urbanos, atuando na construção de pontes e túneis, no gerenciamento de problemas relacionados com a ocupação de vales e encostas.

 

Hidrogeologia

A hidrogeologia é um campo de trabalho que também envolve geoquímicos para analisar lençóis de água subterrâneos, com o objetivo de projetar poços e métodos de bombeamento adequados, além de elaborar sistemas que evitem a poluição das águas. A atividade ambiental do geólogo envolve a utilização de resíduos para a agricultura, inclusive resíduos de tratamento de esgoto. Esses efluentes líquidos têm muitos elementos nutrientes e são aproveitados para a irrigação em diferentes culturas agrícolas. Devem ser usados com muito cuidado, num trabalho bem monitorado, para evitar a poluição dos lençóis de água subterrânea. O desenvolvimento eficiente dessa alternativa é importante porque a agricultura consome praticamente 70% de toda a água doce do mundo. Há forte demanda de profissionais capazes de prestar assessoria científica às grandes hidrelétricas.

 

Meteorologia

A meteorologia hoje tem um caráter multidisciplinar, em função dos problemas ambientais. Alguns processos que ocorrem na atmosfera são áreas de estudos interdisciplinares em amplo desenvolvimento. O processo de lavagem da atmosfera pelas gotas de chuva promove a remoção de poluentes atmosféricos e sua transferência aos ecossistemas. Os processos fotoquímicos e dinâmicos na camada limite da atmosfera têm se tornado bastante relevantes nos estudos ambientais, principalmente em áreas urbanas. Os processos de interação solo-planta-atmosfera, que desempenham papel fundamental no controle climático do planeta, é outra área de aplicação dos conhecimentos meteorológicos. O conhecimento dos processos atmosféricos no desenvolvimento das chuvas tem sido importante para o entendimento da oferta e demanda da água na superfície da Terra, ajudando no gerenciamento do uso dos recursos hídricos de áreas urbanas e rurais, no controle de reservatórios e na geração de energia.

Os cientistas atmosféricos ou meteorologistas estudam a camada de ar que envolve a Terra. Se preocupam com o tempo e com o clima, tanto no sentido de saber se vai chover ou se vai fazer sol amanhã, mas também para saber como era o clima do planeta no passado, quais são as tendências das mudanças climáticas e quais são as variações que a Terra vem sofrendo. São profissionais que, com base na análise de dados coletados por satélites, sondas e radares, buscam entender os processos físicos e químicos que determinam o estado da atmosfera. Preveem o movimento de massas de ar, as mudanças de temperatura e a ocorrência de chuvas, seca ou neve numa região. Sendo a área marcadamente interdisciplinar, os profissionais precisam de um bom conhecimento de física e de matemática, pois atuam em campo e em laboratório com computadores de alta resolução, que processam enormes volumes de dados.

Os meteorologistas são indispensáveis para muitos setores da economia como, por exemplo, o setor agropecuário, que depende diretamente das condições climáticas. O setor de políticas sociais também se vale de informações meteorológicas, como previsão de chuvas mais fortes e possibilidades de enchentes ou catástrofes naturais. Na área ambiental, o problema da dispersão de poluentes, por exemplo, requer um tratamento mais complexo da turbulência atmosférica do que se supunha. A liberação de energia latente pode alterar significativamente o transporte de poluentes. A radiometeorologia trabalha com a influência meteorológica nas transmissões de sistemas de rádio e televisão; a meteorologia aeronáutica e marinha trabalha com a análise do comportamento dos ventos, da pressão atmosférica, dos rios e mares, para determinar as condições de tráfego aéreo e marítimo; a climatologia estuda o comportamento do clima e suas mudanças nas mais diversas regiões; a hidrometeorologia estuda o ciclo da água, o comportamento das chuvas e das águas dos rios, controla os índices pluviométricos e os estuda, além de elaborar projetos de escoamento de água das chuvas. A biometeorologia trabalha a interação entre seres vivos e atmosfera e seus efeitos no meio ambiente. A química atmosférica estuda os componentes presentes na atmosfera, analisa sua procedência e seus efeitos; a paleoclimatologia estuda o clima no passado próximo ou remoto. Esse especialista pode trabalhar em centros de previsão públicos ou privados, empresas de consultoria técnica, empresas de instrumentação meteorológica.

 

Oceanografia

A oceanografia estuda e investiga os aspectos biológicos – animais, plantas e micro-organismos – geológicos, físicos e químicos dos oceanos. Pesquisa os diversos processos marinhos, como correntes, salinidade e variações de temperatura, luz e pressão em diferentes profundidades. Analisa as relações entre os organismos vivos e o meio marítimo,  buscando formas de aproveitamento dos recursos naturais marinhos e elaborando métodos de conservação dos ecossistemas.

Os oceanógrafos estudam a geologia tanto no aspecto físico do próprio corpo de água – temperatura, salinidade, correntes oceânicas, ondas -, mas também, do assoalho oceânico, que é extremamente importante. Podem especializar-se em diversos campos de estudo, como a biologia marinha, focada na vida animal e das plantas; a oceanografia física, que estuda aspectos físicos como temperatura da água, marés, correntes; a oceanografia geológica, que lida com a topografia e a composição física do fundo do mar; a oceanografia química, que desenvolve pesquisas sobre a composição química da água e do fundo do mar.

O oceanógrafo tem uma formação multidisciplinar e está habilitado para atuar no planejamento e exploração dos recursos das regiões oceânicas de toda costa brasileira. Instituições de pesquisa e universidades, públicas ou privadas, secretarias de meio ambiente, órgãos vinculados ao Governo Federal e empresas prestadoras de serviço de consultoria nas áreas de meio ambiente, pesca, aquicultura, hidrografia, engenharia e mineração contratam oceanógrafos. Outras atividades promissoras são o cultivo de moluscos e peixes, além do setor de hidrografia, mapeamento do fundo do mar para construção de marinas, instalação de plataformas para extração de petróleo, ou para auxiliar na navegação.

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) prevê que nos próximos dez anos os investimentos em exploração e produção sejam multiplicados, elevando fortemente o contingente de mão de obra empregada no setor. Os profissionais especializados em pesquisas oceânicas e na área petrolífera podem passar grande parte do tempo confinados em plataformas e navios de pesquisa oceanográfica. Esse confinamento é bastante estressante, o que requer uma liderança forte. Trabalhando em navios e plataformas, o regime de escala é bastante empregado, com cada dia embarcado sendo compensado por um ou dois dias de repouso remunerado em terra, dependendo da empresa contratante.

 

Paleontologia

A Paleontologia é a ciência que estuda evidências de seres vivos preservadas nas rochas – os fósseis – e elucida não apenas seu significado evolutivo e temporal, mas também sua aplicação na busca de bens minerais e energéticos. Os microfósseis são extremamente importantes para a pesquisa de petróleo. Os macrofósseis contribuem no estudo da evolução dos grandes grupos de plantas e animais, o que inclui a evolução da nossa própria espécie. Nas últimas décadas, esta ciência tem passado por uma verdadeira revolução científica, devido, em parte, à grande popularidade de filmes e documentários sobre os mais intrigantes dos seres do passado geológico, os dinossauros, pterossauros e outros répteis extintos, e também em função de novas maneiras de investigar os fósseis no campo e de estudar o passado da vida no laboratório. Novas tecnologias, principalmente na área da paleontologia molecular, têm propiciado avanços impressionantes em nossa compreensão dos princípios de vida na Terra e da cronologia das inovações evolutivas subsequentes.

O paleontólogo é um cientista polivalente, que precisa de boa base em física, matemática, química e biologia, dado que estudam fósseis originados de animais e vegetais que existiram no passado e chegam aos nossos dias petrificados, mas mantêm a forma original e precisam ser estudados do ponto de vista botânico e zoológico. A descrição e identificação dos fósseis são informações fundamentais para o estudo da evolução e biodiversidade do passado e servem de base para a datação e correlação temporal das rochas sedimentares. Mas cada fóssil também possui uma história própria, desde a morte do organismo (animal, planta ou micróbio) até sua transformação final em fóssil, e essa história pode revelar detalhes do paleoclima, dos ambientes antigos de sedimentação e dos processos físico-químicos que afetaram os sedimentos desde sua deposição.

Para um paleontólogo, os elementos fundamentais são campo e laboratório. Tanto oceanógrafos como paleontólogos podem trabalhar no setor petrolífero. O Centro de Pesquisa da Petrobras (Cenpes) é considerado um dos institutos mais avançados na pesquisa de petróleo em águas profundas. Um bom mercado é o de pesquisa relacionada ao pré-sal, que é o resultado de um fenômeno geológico que depositou carbonatos e grande quantidade de sal no fundo oceânico há mais de 100 milhões de anos. Foi preciso atravessar as camadas de sal para encontrar o petróleo, porque lá se criaram as condições de temperatura e de pressão próprias para que a matéria orgânica se transformasse em óleo. A atividade dos cientistas nesse caso não é local: eles têm as informações trazidas por ondas e coletadas por sondas, por instrumentos geofísicos. O pré-sal é importante porque se constitui num depósito de petróleo muito grande que, com sua exploração, está levando o Brasil à posição de líder mundial na produção de petróleo.

O que fazem

A Terra tem que ser entendida como um sistema. E como são vários os sistemas abrangidos pelas ciências da Terra, existem diferentes disciplinas como a geologia, a geofísica, a geoquímica, a geodésia, a geografia física, a geomorfologia, a meteorologia, a oceanografia e a paleontologia. E para cada disciplina existe um profissional correspondente, com diferentes enfoques dos sistemas.

Os cientistas da Terra fazem medições, pesquisam as formações dos relevos, os recursos naturais dos solos, classificam rochas e sedimentos, desenham mapas, investigam as origens e transformações do nosso planeta, buscam explicações para os fenômenos naturais, fazem previsões climáticas, entre outras coisas. Por tudo isso, são mediadores importantíssimos na relação homem-natureza. Eles podem ser fiscais ou consultores de áreas ambientais e de grandes obras, como a construção de túneis, barragens, estradas, reservatórios, usinas e aterros, e também acompanhar a exploração de bens naturais, como gás natural, petróleo, água e outros minérios, para evitar danos ambientais.

O que é

As Ciências da Terra permeiam o conhecimento humano de diversos modos, quer na apropriação do espaço ou utilização de recursos naturais, quer no estudo das interações entre o ambiente natural e as atividades humanas, tais como prospecção de petróleo, economia e administração de recursos minerais, estudos ambientais, educação em geociências. A Terra tem que ser entendida como um sistema. E como são vários os sistemas abrangidos pelas Ciências da Terra, existem diferentes disciplinas como a Geologia, a Geofísica, a Geoquímica, a Geodésia, a Geomorfologia, a Meteorologia, a Oceanografia e a Paleontologia.

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Vídeos

  • Diógenes Campos
    O geólogo estuda fósseis de dinossauros e tenta desvendar a época em que viveram.
    https://www.youtube.com/watch?v=8Z_g0bN6-tI
  • Adolpho Melfi, USP
    Como utilizar resíduos, principalmente de estações de tratamento de esgoto, na agricultura?
    https://www.youtube.com/watch?v=NeZSsSeuPMU

Saiba mais

Associação Brasileira de Oceanografia é uma instituição que desenvolve iniciativas e promove a disseminação de informações dessa importante área do conhecimento.

 

Inpe visa produzir ciência e tecnologia nas áreas espacial e do ambiente terrestre e oferecer produtos e serviços singulares em benefício do Brasil.

 

Sociedade Brasileira de Geologiamantém-se fiel ao princípio básico que norteou a sua criação: o de promover o progresso das geociências no Brasil.

 

Sociedade Brasileira de Meteorologia tem como objetivo congregar a comunidade meteorológica brasileira, entre estudantes, pesquisadores e profissionais da área operacional.

 

Sociedade Brasileira de Paleontologia é uma associação aberta a profissionais de várias áreas e a pessoas que admirem e apoiem o objetivo de desvendar os segredos da Terra.